sábado, 8 de outubro de 2016

A falência do ensino público


Por ISTOÉ

A cada dado divulgado, uma nova decepção. O Ensino Médio da rede pública já vem dando sinais de fracasso há anos, com crescentes índices de evasão e baixo desempenho em provas nacionais e internacionais. Na terça-feira 4, foi a vez de o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) mostrar o quadro alarmante em que o País se encontra. O Ministério da Educação divulgou as notas de escolas cujos alunos prestaram a prova em 2015.

Entre as mil melhores, apenas 15 fazem parte da rede estadual, que hoje concentra 84% dos alunos do Ensino Médio. Já entre as mil piores notas, 980 são de estaduais. Os melhores desempenhos entre as públicas são dos colégios de aplicação (ligados às universidades), os federais e os técnicos, que abrigam a menor parte dos estudantes. “Esse resultado mostra o fundo do poço. Chegamos a um patamar muito baixo”, afirma o diretor de Articulação e Inovação do Instituto Ayrton Senna, Mozart Neves Ramos. O desafio, necessário e urgente, é reverter esse quadro. É o que o governo do presidente Michel Temer tenta fazer com a reforma do Ensino Médio, anunciada há um mês.

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