quinta-feira, 13 de outubro de 2016

Ex-ministros e assessores de Dilma custam R$ 1,2 milhão por mês aos cofres brasileiros


O governo Dilma foi sepultado em 31 de agosto, mas ainda custa caro ao contribuinte: ex-ministros e assessores estão pendurados na rica boquinha da “quarentena”, invenção que obriga os cofres públicos a pagar seus salários durante meses, após serem demitidos. No total R$ 1,2 milhão por mês, por decisão da Comissão de Ética Pública. Os “encostados” do PT chegam a ganhar quatro vezes o teto constitucional.

O ex-presidente da Petrobras Aldemir Bendine recebe R$123 mil em sua “quarentena”. Quatro vezes mais que o teto constitucional.

A próxima reunião da Comissão de Ética será em 24 de outubro, e devem ser distribuídas ainda mais “quarentenas” com nosso dinheiro.

As quarentenas podem durar até seis meses, quando os desocupados do governo petista ficam encostados nas tetas do governo.

Somente a ex-ministros de Dilma o contribuinte paga mais de R$525 mil por mês, dispensando-os, claro, de ir à luta por nova ocupação.

Cláudio Humberto