Trump critica ação ‘perigosa’ da Coreia do Norte e diz que haverá uma resposta ‘severa’ - Blog do Joabson Silva | Opinião e notícia

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06/07/2017

Trump critica ação ‘perigosa’ da Coreia do Norte e diz que haverá uma resposta ‘severa’


O presidente americano, Donald Trump, denunciou nesta quinta-feira, 06, a atitude “má” e “perigosa” da Coreia do Norte e pediu à comunidade internacional que demonstre que há “consequências”, antes de afirmar que está examinando uma resposta “severa”. Na véspera, Pyongyang lançou um míssil de longo alcance capaz de atingir o Alasca.

“Peço a todas as nações que enfrentem esta ameaça global e demonstrem publicamente à Coreia do Norte que há consequências para seu comportamento muito, muito ruim”, declarou Trump durante uma visita a Varsóvia.

Em coletiva de imprensa ao lado de seu colega polonês, Andrzej Duda, Trump disse que não quer que a Coreia do Norte se transforme em uma nova Síria e pediu às nações aliadas que se unam não somente para combater o terrorismo jihadista, mas também a ameaça da Coreia do Norte.

O republicano acrescentou que o governo americano está analisando várias respostas “severas” à atitude de Pyongyang, mas não quis entrar em detalhes ao ser questionado sobre uma possível reação militar dos EUA contra a Coreia do Norte.A respeito da Síria, o presidente americano disse que nenhum país que defenda a humanidade pode permitir ataques químicos. Além disso, Trump afirmou que seu país está “comprometido” com a defesa do centro e do leste da Europa, criticando a atividade “desestabilizadora” da Rússia no continente.

O líder dos EUA se comprometeu a sair em defesa de seus aliados na Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) depois que na recente cúpula da aliança evitou destacar que seguia disposto a ratificar o artigo 5.º da organização militar, pelo qual todos os parceiros têm de responder a ataques a um deles.

O presidente destacou que a Polônia é um dos poucos países que cumpre suas obrigações financeiras com a Otan e reconheceu ter sido “muito duro” com os aliados que não gastavam 02% de seu Produto Interno Bruto (PIB) em Defesa. Mas disse que graças a sua insistência o dinheiro agora está fluindo para a Aliança Atlântica.