‘Deputada dos Direitos Humanos’ tem carro roubado com arma na cabeça - Joabson Silva

NOVAS

28/12/2017

‘Deputada dos Direitos Humanos’ tem carro roubado com arma na cabeça


A deputada federal Maria do Rosário, do PT do Rio Grande do Sul, foi assaltada na noite desta quarta-feira (27) em Porto Alegre, capital gaúcha. O caso teve grande repercussão na internet, já que o que chama atenção dos internautas é que a política, que é uma das grandes defensoras do ex-presidente e condenado por corrupção, Lula, nem tentou ao menos convencer os assaltantes de que as armas eram proibidas e que os ladrões são as vítimas da sociedade. A deputada é conhecida por ser contra o armamento da população e também por ser da "turma dos direitos humanos". O crime teria acontecido ainda no início da noite. 

Maria do Rosário estava colocando bagagens em seu Citroen C3 quando foi surpreendida por três ou quatro bandidos. A política também não soube identificar qual era o modelo do veículo em que os suspeitos estavam, que era vermelho. Conforme informações da BriBrigada Militar, um dos assaltantes estava armado, enquanto a deputada estava sozinha no momento do crime. 

O veículo e as malas foram levados. A polícia gaúcha ainda realiza buscas na região para tentar encontrar o veículo roubado. As informações são de que a deputada não sofreu nenhum ferimento. 

Na internet, os comentários ironizavam as bandeiras seguidas pela política em seus discursos. Os primeiros afirmavam que Mario do Rosário deveria mudar a sua posição sobre as armas. A deputada defende o discurso de que o povo não pode se armar e que as armas deveriam ser proibidades. Os mesmos internautas lembraram que a política acabou sendo salva pela polícia, que estava, claro, armada. 

Outros lembraram que Maria do Rosário afirmou várias vezes que os ladrões são vítimas da sociedade. "Não é roubado, o carro foi socializado, tadinho do bandido", dizia um dos comentários nas redes sociais. Outros foram mais longe e questionaram os motivos da política ter chamado a "polícia opressora", como ela já se referiu algumas vezes às autoridades. A deputada ainda não se pronunciou sobre o ocorrido.