Prefeito de Nísia Floresta tem carro levado em assalto - Blog do Joabson Silva | Opinião e notícia

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28/12/2017

Prefeito de Nísia Floresta tem carro levado em assalto


O prefeito da cidade de Nísia Floresta, na Grande Natal, teve o carro tomado por assaltantes na tarde desta quarta-feira (27), quando chegava a um evento. Daniel Marinho foi abandonado pelos criminosos na localidade de Boágua.

De acordo com o comandante do Policiamento Metropolitano, coronel Zacarias Mendonça, o prefeito chegava a um evento, quando foi abordado pelos assaltantes. “Ele não soube precisar quantos”, afirma.

Depois de render Daniel Marinho, os criminosos saíram com ele no carro. Contudo abandonaram o prefeito logo em seguida e fugiram levando o veículo. Ninguém foi preso.

Sem PM nas ruas

O estado enfrenta paralisações da Polícia Militar, do Corpo de Bombeiros e da Polícia Civil há uma semana. Desde a terça-feira (19), PMs se negam a sair dos batalhões da capital e do interior e pedem regularização dos salários atrasados e melhores condições de trabalho.

Desde o início da mobilização dos policiais, vários arrombamentos de lojas, roubos de carros e assaltos foram registrados na região metropolitana de Natal. Em uma semana sem polícia na rua, o RN registrou 50 homicídios e mais de 360 roubos.

Diante deste cenário, o governo federal anunciou o envio de tropas da Força Nacional de Segurança para reforçar o combate ao crime no estado.

Ajuda financeira

O governo chegou a anunciar data de pagamento dos salários de novembro, dezembro e 13º, após combinar uma ajuda financeira de R$ 600 milhões com o Ministério da Fazenda. Porém, também nesta terça (26), o governo federal confirmou que vetou o valor após uma recomendação do Ministério Público de Contas da União que considerou o repasse inconstitucional.

A secretária do Tesouro Nacional, Ana Paula Vescovi, afirmou nesta terça-feira (26) que está em estudo no Ministério da Fazenda e no Banco Mundial um plano para ajudar o Rio Grande do Norte. Segundo Ana Paula Vescovi, o plano em análise deve incluir uma operação de crédito do Banco Mundial ao estado para dar alívio temporário às contas públicas, além de um programa de controle de gastos. Contudo não há ainda previsões de quando a ajuda chega ao estado potiguar.