Repercute nas redes sociais “puxão de orelhas” que ex-chefe da Casa Civil de Robinson Faria deu na governadora Fátima Bezerra - Joabson Silva

NOVAS

11/02/2019

Repercute nas redes sociais “puxão de orelhas” que ex-chefe da Casa Civil de Robinson Faria deu na governadora Fátima Bezerra


Repercute nas redes sociais a “lição de moral” que ex-secretária-Chefe da Casa Civil do governo Robinson Faria, advogada Tatiana Mendes Cunha, deu no governo Fátima Bezerra, através de seu perfil no micro-blog Twitter. Em uma sequencia de nove postagens, Mendes Cunha “puxou as orelhas” de Fátima Bezerra e da sua equipe de comunicação, que no Instagram do governo do Estado publicou, no sábado, 7, um post insinuando haver “fraude e superfaturamento” nos contratos do governo Robinson Faria, com destaque para o acordo comercial, no valor de R$ 150 mil/ano, que a antiga administração firmou com o Restaurante Camarões, para o fornecimento de almoços ou jantares às autoridades que visitassem o Rio Grande do Norte.


Segundo a ex-chefe da Casa Civil, essa não foi a primeira vez que o governo Fátima Bezerra faz insinuações maldosas contra a administração antecessora. “Já não é a primeira vez que o Governo atual faz esse tipo de postagem, genérica e superficial, acusando o Governo anterior, do qual fiz parte como Secretária-chefe do Gabinete Civil, de supostas irregularidades. Há duas semanas, o Controlador Geral sugeriu que o Governo liquidava despesas sem empenho. Não indica qual Secretaria, qual a despesa. Denuncia genérica, inconsequente e irresponsável. Parece-me que esse tipo de postagem serve apenas para ter repercussão nas redes sociais. Não tem nenhum outro objetivo, senão acusar por acusar”, criticou Tatiana Mendes Cunha.

Na defesa que fez do governo ao qual pertenceu, Mendes Cunha ainda ensaiou dar uma aula de administração pública a Fátima Bezerra, ao lembrar no Twitter que a atual gestão ainda não tomou qualquer medida efetiva para tirar o Estado da crise, exceto a adoção de iniciativas “midiáticas”, como o corte de almoços e jantares institucionais. ” Há quem diga que economizar nessas pequenas despesas tem um conteúdo pedagógico e satisfaz os servidores que estão com seus salários atrasados. Mas é apenas uma medida midiática. Nossa folha é de quase meio bilhão por mês. Ou se tomam medidas efetivas para resolver o problema ou se administram os débitos. Desviar o foco com ataques infundados não vai funcionar como mágica”, disse.




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